16:56
Postado por Luísa Cedrim


Um texto rápido só para não cair no desuso do blog:

Sei que esse não é mais o foco do mundo atual, mas tavez devêssemos prestar um pouco mais de atenção à certas atitudes e palavras que são ditas para milhões de pessoas e o quanto elas aparentam ter um fundo glorioso. Muito mais glorioso do que o comum.

Não existem heróis ou mocinhos nesse mundo em que vivemos, todos temos um parcela de culpa. Em contrapartida, todos somos afetados por decisões alheias, portanto seja mais cauteloso com o que dizes e os pontos de vista que defendes tão apaixonadamente.
Será realmente que o que nos é mostrado é a realidade? Isso não cabe somente ao âmbito político, mas também ao social. Os que nos cercam, aqueles tão amigos, companheiros de longas datas podem estar equivocados. ou equivocando.
Só lembre-se de pensar e criticar, mesmo que isso custe alguns olhares estranhos ou palavras grosseiras.
E, só para esclarecer: não tenho tido muito tempo para postar aqui devido aos penosos estudos para o vestibular, que tem sido protagonistas na minha vidinha abarrotada de afazeres e precária de tempo.

18:03

Homo sapiens.

Postado por Luísa Cedrim

Somos o animal mais frágil fisicamente que existe na terra. Não temos garras para nos proteger. Não temos força para enfrentar os perigos da natureza. Não temos velocidade para caçar. Não possuímos uma mordida fatal. Não vivemos sozinhos. Afinal, por que nós, Hominídeos conseguimos tomar conta da terra?
A nossa força está na mente. Somos os únicos que conseguem usar racionalmente a consciência para beneficio e sobrevivência própria. Somos predadores em corpo de caça e não nos deixamos abater por isso. Até quando nosso cérebro era pequeno demais para tamanhas descobertas, encontramos modos incrivelmente práticos de reescrever nosso destino. E é essa incrivelmente poderosa arma que nos faz querer dominar e tudo com que nos relacionamos.
É exatamente a ambição por conhecimento que nos trouxe até aqui, sentados em frente à uma máquina que tem o poder de nos levar até os confins da terra sem que saiamos do lugar. É essa sede que une os extremos mundiais, culturais, políticos e religiosos. E é por ânsia de conhecimento inter-racial que hoje estou aqui, escrevendo-lhes essas palavras tão mal-trabalhadas, tentando fazer a diferença no meio de sete bilhões de pessoas, milhões muito mais bem preparadas que eu, milhões que dariam tudo para estar em meu lugar.
Lugar esse que não é tão privilegiado, já que não passo de uma adolescente do Brasil, um país sub-desenvolvido na America latina, com milhares de pessoas passando fome e mais outras milhares sem uma casa para morar. Sou questionadora, inquieta, observadora. Não me contento com tão pouco quando posso ter o melhor, e é por querer sempre mais que estou aqui escrevendo.
Hipocrisia à parte, eu quero ter um local em que possa gritar para o mundo que aqui tem alguém que pensa demais sobre as coisas e acaba não concordando com tudo o que ouve, vê e lê na televisão, jornais e internet, e acabei encontrando aqui o ambiente perfeito para a propagação das minhas idéias. Nesse blog você encontrará a minha sincera e desnuda opinião sobre diversos temas que assolam nossa vida cotidiana. Desde conflitos internacionais até questionamentos existências de uma sociedade pré-programada.
Bem, é isso. Esperem que gostem e que freqüentem assiduamente este blog, não só como um ambiente critico e atual, mas como um lugar onde opiniões serão muito bem aceitas e discutidas, por que como diria Voltaire:
“Eu posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la”
Luísa Cedrim